Lançamento do livro – “Vitórias ao Amanhacer: Uma árdua luta contra o câncer”

No dia 22 de novembro, a Associação Vida Viva teve a honra em receber Lucas Sacramento, para falar um pouquinho de sua experiência contra o câncer, em seu livro “Vitórias ao Amanhacer: Uma árdua luta contra o câncer”, e ainda autografar os livros que foram adquiridos.

Quem se interessar, o livro ainda está a venda por R$ 15,00. Vale a pena conferir!

Agradecemos sua presença Lucas, e ficamos muito felizes em ver sua disposição e alegria ao levar sua coragem e entusiasmo a tantos que necessistam! Parabéns!

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Campanha – Uma Jóia para Vida

No dia 25 de outubro aconteceu no Projeto Entre Elas da ACIV Mulher, um Painel sobre a saúde da mulher, além de ter sido oficialmente lançada a Campanha UMA JÓIA PARA VIDA do Projeto AMIGAS DO PEITO. A presente campanha visa arrecadar fundos para doar à algumas instituições de apoio à portadores de Câncer. A instituição escolhida em Varginha foi a VIDA VIVA. Nossa Presidente Meryvone Mansur Biscaro teve a honra de receber a chave do cofre. Quem puder colaborar, procure a Loja Ouseuse Varginha e ajude a recuperar a autoestima de muitas mulheres.

Gratidão Ouseuse por nos ter escolhido!

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Campanha Uma Jóia para Vida 25-1 (10)

Caminhada – Outubro Rosa 2017

No dia 22 de outubro, a Associação Vida Viva teve o prazer em participar da Caminhada do Outubro Rosa – “Caminhada por uma Vida Saudável”, e expor seu Stand informativo sobre a prevenção do Câncer de Mama. Além da caminhada e do nosso stand, aconteceu também zumba e palestra.

A luta pela prevenção do câncer de mama, continua o ano todo!

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Evento na praça do ET - Outubro Rosa 22-10-17 (12)

Palestra – “Saúde da Mulher” – Outubro Rosa

No dia 16 de outubro, recebemos a dra. Janaína Carla Oliveira, para ministrar a palestra “Saúde da Mulher”. É preciso trabalhar também, no âmbito da prevenção, e esta data ‘Outubro Rosa’ chega para lembrar da importância de estar sempre em dia com a saúde!

Agradecemos sua parceria e disponibilidade, dra. Janaína!

 

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Palestra - Saúde da Mulher - Dra. Janaína 16-10-17 (3)

Dia Internacional de Luta contra o Câncer Infantil

Com grandes chances de cura, câncer infantil tem como desafio o diagnóstico precoce

Dra. Lilian Maria Cristofani, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e oncologista pediatra no Sírio-Libanês.

Você sabia que cerca de 80% dos casos de câncer na infância e na adolescência têm cura?

O maior desafio para enfrentar a doença durante esse período da vida, no entanto, é conseguir diagnosticá-la precocemente. Por conta disso, organizações não governamentais de vários países criaram em 2001 o Dia Internacional de Luta contra o Câncer na Infância, lembrado sempre em 15 de fevereiro por meio de ações de conscientização sobre a doença.

​​​“Esta data é muito importante para chamar a atenção de pais e médicos, principalmente os pediatras, sobre a existência do câncer infantil”, afirma a dra. Lilian Maria Cristofani, professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e oncologista pediatra no Sírio-Libanês.

Mitos sobre o câncer na infância

Algumas pessoas dizem que o “bate-bola” ou “bolimbolacho”, um brinquedo em que duas bolas de plástico maciço se batem e dão a volta numa cordinha e batem de novo, podem causar câncer.

Mas segundo a dra. Lilian, isso é mito. Essa lenda pode ter surgido pelas lesões provocadas pelas batidas das bolinhas no braço, formando pequenas manchas rochas, o que poderia ser associado a um dos sinais do câncer infantil.

Também é mito a ideia de que esquentar comida no micro-ondas, falar muito ao celular e morar perto de alguma antena de transmissão de sinal de celular aumentem as chances de desenvolver câncer.

“Existem vários estudos feitos com populações nessas condições de vida e nenhum até o momento demonstrou risco diferente para câncer”, comenta a médica.

Como os casos de câncer em crianças e adolescentes de até 12 anos de idade não são tão comuns — cerca de 1% do total de casos —, a maioria dos pais e médicos não pensa que seus filhos ou pacientes podem estar com a doença. Além disso, os principais sintomas de câncer infantojuvenil são similares a outros problemas frequentes nessa fase da vida, como febre persistente, manchas rochas pelo corpo, gânglios e dores nos ossos ou no abdômen. ​​​

​​​Entre os tipos de câncer mais comuns na infância, estão as leucemias, responsáveis por aproximadamente 25% dos casos; seguidas pelos tumores no sistema nervoso central, que somam cerca de 20%. Outros tipos de câncer também frequentes são os linfomas e os tumores ósseos, ambos mais comuns nos adolescentes. Observam-se ainda nas crianças e adolescentes tumores do sistema nervoso periférico (frequentemente de localização abdominal), tumores de Wilms (tipo de tumor renal), retinoblastoma (afeta a retina, fundo do olho), tumor germinativo (das células que vão dar origem aos ovários ou aos testículos) e sarcomas (tumores de partes moles).

Diferentemente do que ocorre com a maior parte dos casos de câncer em adultos, o crescimento anormal das células em crianças e adolescentes se dá por mutações espontâneas e não decorrentes de ações ambientais. Por serem geralmente tumores embrionários, os cânceres infantis respondem melhor ao tratamento. “Sabemos que ainda existe muito medo no diagnóstico do câncer, sobretudo nas crianças, mas é melhor descobrir logo, pois as chances de cura são grandes”, ressalta a dra. Lilian. ​​​

Tratamento multiprofissional e especializado​​​

Embora os médicos tenham um papel central e decisivo ao longo de todo o tratamento oncológico, outros profissionais são fundamentais para garantir a qualidade da assistência. No Sírio-Libanês, equipes especializadas de enfermagem, farmácia, nutrição, fisioterapia, odontologia, terapia ocupacional, psicologia, entre outras, unem esforços para dar a cada criança ou adolescente com câncer o melhor tratamento possível.​​​

“Crianças não são adultos pequenos e adolescentes não são crianças grandes. Temos que tentar reconhecer as particularidades de cada paciente para assim ajudá-los no enfrentamento da doença”, explica a dra. Lilian Maria Cristofani.​​​

Em geral, inicia-se o tratamento do câncer em crianças e adolescentes com quimioterapia, por ser menos tóxica que a radioterapia e por obter bons resultados. Mas, quando é necessário o uso da radioterapia, o Sírio-Libanês dispõe de um tipo de aparelho inteligente, usado principalmente em casos de câncer no sistema nervoso central, que consegue enviar radiação com precisão ao tumor. Conhecido por “radioterapia conformada”, esse moderno tratamento tem ajudado a tratar o câncer com menos efeitos colaterais que a radioterapia convencional em várias crianças e adolescentes.​​​

O Sírio-Libanês está habilitado também para realizar transplantes de medula óssea em crianças com poucos meses de vida e a vacinar pessoas com câncer de todas as idades. Como não é qualquer vacina que pode ser aplicada nas pessoas com câncer devido ao enfraquecimento do sistema imunológico, os profissionais do Centro de Imunizações do Sírio-Libanês analisam caso a caso para saber se há riscos acrescidos de reação com a vacina ou se o produto imunizante pode interferir no tratamento oncológico. ​​​

O Centro de Oncologia do Sírio-Libanês conta com um Hospital-Dia ​oncológico. Aberto todos os dias da semana, esse serviço oferece tratamento e atendimento assistencial exclusivo para as pessoas com câncer de todas as idades, evitando que elas tenham contato com possíveis doenças infecciosas no Pronto Atendimento comum.​​​

Fonte: Hospital Sírio Libanês

Dia Nacional da Mamografia – 5 de fevereiro

“Instituído há 2 anos, a partir do Projeto de Lei da Senadora Maria do Rosário (PT-RS), a data objetiva sensibilizar mulheres sobre a importância de realizar o exame para a detecção precoce do câncer de mama, uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil.

Hoje existem 3315 mamógrafos no país, e o relatório do Tribunal de Contas da União divulgou que o número é adequado em relação ao que preconizam organismos internacionais (se a distribuição fosse homogênea, o número adequado seria 1 mamógrafo para cada 240.000 habitantes). Acontece que, da população brasileira, 80% utilizam o SUS, e destes 3315 mamógrafos, apenas 1650 estão disponíveis no sistema público, sendo que 412 pertencem exclusivamente às UPSs (Unidades Públicas de Saúde). Além disso, sabe-se que a distribuição dos mamógrafos não é homogênea para servir adequadamente às necessidades da população.

Para o diretor médico do Instituto Oncoguia, o oncologista clínico Dr. Rafael Kaliks, além da questão do número de aparelhos, a  simples disponibilidade de mamógrafos no país não garante o impacto do exame na redução da mortalidade por câncer de mama. “Deve-se garantir, por exemplo, a qualidade do exame realizado. Um rastreamento mal feito dá a falsa sensação de segurança à paciente e ao sistema de saúde como um todo”, comenta. Também, para que a execução da mamografia de rastreamento traga benefício a uma mulher, um resultado anormal no exame deve ser seguida de investigação imediata (com exames adicionais) e tratamento apropriado em tempo hábil, entre 30 e 40 dias diante de um eventual diagnóstico de câncer. “Tal eficiência ainda não existe no Brasil”, destaca Dr. Kaliks.
Outra questão para reflexão nesse Dia Nacional da Mamografia, recorre sobre a “aderência” ao exame. De acordo com o INCA, 70% das brasileiras entre 50 e 69 anos têm acesso à mamografia – incluindo rede pública e privada. No entanto, dados da Pesquisa Avon/IPSOS – Percepções sobre o Câncer de Mama – revelam que apenas 20% das mulheres brasileiras fazem a mamografia ao menos a cada dois anos. “O importante é garantir que ao menos 70% da população elegível faça o exame, caso contrário não se observará redução da mortalidade por câncer de mama graças a esta estratégia de rastreamento”, afirma Rafael Kaliks.  Para a presidente do ONCOGUIA, Luciana Holtz, além da questão da disponibilidade do mamógrafo, são inúmeras barreiras à aderência das brasileiras. “Há o medo pela dor durante o exame, há o medo da possibilidade da descoberta de um câncer (ainda há quem pense que é melhor não fazer para não saber). Há o medo de resultados errados, há o medo do estigma social do câncer”.
Holtz e Kaliks finalizam com um alerta sobre os chamados grupos de risco: pacientes com familiares próximos que tiveram câncer de mama e/ou ovário em idade precoce (antes dos 50 anos), devem ficar alertas e discutir a questão com seus respectivos médicos. Para estas pessoas com história familiar, o rastreamento DEVE ser iniciado mais precocemente, sob orientação idealmente de um mastologista ou ginecologista com experiência em câncer de mama. “Tais mulheres podem ter uma indicação formal de fazer rastreamento com ressonância nuclear magnética, se confirmado que elas de fato pertencem a um grupo de risco elevado. Para pacientes de alto risco, a ressonância  é recomendada mundialmente, como complemento à mamografia e ao exame das mamas por um profissional habilitado. Além desta estratégia mais agressiva de rastreamento, famílias com risco elevado deveriam ter à disposição orientação oncogenética. O oncogeneticista consegue mapear a família e calcular o risco de um câncer, ajudando a formular estratégias de prevenção de maneira individualizada”, afirma o oncologista. “Além de todos estes dados relativos ao rastreamento de pessoas supostamente saudáveis, quaisquer mulheres que notem alteração nas mamas devem buscar um mastologista imediatamente, não esperando pelo próximo exame anual”, finaliza Luciana.”
Fonte: Instituto Oncoguia

Dia Mundial do Câncer – 4 de Fevereiro

“Criado em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), o Dia Mundial do Câncer é celebrado em 4 de fevereiro e tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a doença, que mata 8,3 milhões de pessoas por ano no mundo.

O tema escolhido pelo INCA para a campanha de 2017 é o câncer infantojuvenil, principal causa de morte por doença em crianças e adolescentes no Brasil. A campanha alerta a população sobre os sinais e sintomas e a importância do diagnóstico precoce. Cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados.

A campanha segue o conceito “Nós podemos. Eu posso”, escolhido pela UICC para o período de 2016-2018, que pretende mostrar como todos – em grupo ou individualmente – podem fazer a sua parte para reduzir o impacto do câncer no mundo.”

Fonte: Instituto Nacional do Câncer

 

Neste dia, o Jornal da EPTV, realizou uma matéria sobre a importância da conscientização da prevenção do câncer. Além disto, mostrou o pequeno Vinícius Duarte (5 anos), da cidade de Varginha, que resolveu cortar seu cabelo pela PRIMEIRA VEZ, para realizar a doação. Segundo ele, seu desejo é ajudar outras crianças!

Agradecemos pelo gesto de solidariedade de Vinícius e de seus pais, além, de Myriam Trolezi (cabeleireira) que sempre se mostra parceira ativa da Associação!

 

Confira as fotos!

Vinícius Duarte - 5 anos - Varginha (3)

 

E você, está fazendo sua parte?